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sábado, 27 de março de 2010

Curso - Ecoturismo: Desenvolvimento Econômico e Conservação Ambiental


CURSO:
ECOTURISMO : Desenvolvimento Econômico e Conservação Ambiental.Ecoturismo é o segmento da atividade turística que permite o desenvolvimento econômico através da conservação ambiental e respeito ao patrimônio cultural.

PROFESSOR ALVARO MEIRELLES
Biólogo (CRBio 59.479/05D) e Gestor Ambiental

PÚBLICO ALVO
Estudantes e Profissionais das áreas de Meio Ambiente, Turismo, Pedagogia, Administração e Ed. Física, além de Consultores e Assessores ligados a essa temática e demais áreas afins.

AULA PRÁTICA Praia do Forte (Reserva da Sapiranga e Vila dos Pescadores)
PLANO DO CURSO: - CLIQUE AQUI
TURMA DE MAIO
22, 23 e 29 de maio de 2010 Matrículas até 15 de maio

INVESTIMENTO
Até o dia 25 de abril - R$ 222,00 à vista ou 6 x R$ 37,00
Após o dia 25 de abril - R$ 244,00 à vista ou 4 x R$ 61,00
(Inclui apostila, coffee-break, transporte para aula prática e certificado)
OBS: Agora com a opção de pagamento com o VISANET. http://loja.grupomeirelles.com/
FICHA DE MATRÍCULA:
MAIORES INFORMAÇÕES
71-3276-1333 / 71-9984-1825

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Surfe e Conservação Ambiental: uma mistura que dá certo

Surfe e Conservação Ambiental:

uma mistura que dá certo

Campeonato Mundial de Surf WQS reúne esporte e atividades ambientais em Praia do Forte

A partir do dia 16 de junho, surfistas e ambientalistas se misturam nas areias de Praia do Forte, município de Mata de São João, uma das mais belas praias do litoral norte baiano para participar do Billabong Surf Eco Festival. O evento, que vale pelo mundial de surfe World Qualifying Series (WQS), tem como um dos objetivos aliar a prática do surfe com a formação de uma consciência ambiental.

Durante o Billabong Surf Eco Festival, será distribuído um total de 140 mil dólares em prêmios e a vitória vale 2.000 pontos no ranking de acesso para o ASP World Tour (WCT), nas categorias masculino e feminino. Além da competição, o evento busca promover a integração do esporte com entretenimento, diversidade cultural e sustentabilidade. A surfista, bióloga e educadora, Carla Circenis, coordenará as ações ambientais durante e ressalta que "associar esporte ao meio ambiente é uma iniciativa que busca disseminar uma política de paz e, ao mesmo tempo, mostrar o quanto é importante para o ser humano estabelecer uma relação mais cuidadosa com a natureza".

Dentre as atividades de cunho educativo, destacam-se o ciclo de palestras ambientais (entre os dias 16 e 19 de junho), a exposição "Recifes de Corais Brasileiros" , apresentada pelo Ministério do Meio Ambiente em comemoração ao Ano Internacional dos Recifes de Coral e o III Fóum Internacional de Alternativas Para a Sustentabilidade da Indútria do Surf. As palestras, o fórum e a exposição acontecem no anfiteatro do Instituto Baleia Jubarte e são gratuitos. Outras iniciativas como plantio de espécies nativas, mutirão de limpeza e distribuição de sacos de lixo biodegradáveis acontecerão na praia da Catiguiba, simultaneamente ao campeonato.

O Instituto Baleia Jubarte, cuja missão principal é a conservação dessa espécie de baleia e outros cetáceos, promoverá ainda um evento cultura chamado de "Rock das Baleias", no dia 21. "Esperamos que as ações desenvolvidas durante o campeonato realmente tragam resultados positivos para a comunidade local e que façam com os participantes reflitam mais sobre a relação do esporte com o meio ambiente", declara Sergio Cipolotti, biólogo e coordenador do Programa de Educação Ambiental do Instituto Baleia Jubarte em Praia do Forte.

Para abrigar as exposições, foi montada na praia uma tenda ambiental, onde estarão disponíveis informações sobre a conservação das baleias jubarte e tartarugas marinhas, a importância da reciclagem e também sobre a Reserva Sapiranga, um dos principais remanescentes de Mata Atlântica da região. A expectativa dos organizadores é que mais de 230 atletas participem das competições, atraindo mais de 2mil pessoas durante toda a semana.

O coquetel de abertura e coletiva de imprensa serão realizados no dia 16 (segunda-feira) , a partir das 20h, no Hotel Ibertostar.

Maiores informações:

- Sérgio Cipolotti (Coordenador do Programa de Educação Ambiental em Praia do Forte do Instituto Baleia Jubarte) – sergio.cipolotti@baleiajubarte.com.br / (71) 8102-0439

- Carla Circenis (coordenadora do projeto ambiental do Festival) - carlacircenis@hotmail.com / (71) 9172 8812

- Gustavo Lopez (Coordenador de Pesquisa do Projeto Tamar) - guslopez@tamar.org.br / (71) 3676 1045

- Site Oficial do Evento: www.surfecofestival .com.br

- Assessoria de Imprensa do Evento: Jordan Bosco (71 – 9938 2116) e Camile Maltez (71 – 9985 2117) – camilemaltez@gmail.com

- Assessoria de Imprensa do Instituto Baleia Jubarte: Leana Mattei (71 8804 2142) – leanamattei@gmail.com

"Be the change you want to see in the world" – Gandhi

Leana Mattei

Communication for Social Change
E-mail: leanamattei@gmail.com
Msn: leanamattei@hotmail.com
Skype: leanamattei
Tel.: +55 71 8804 2142


Esta é uma ótima associação: Esporte, Conservação Ambiental e Geração de Renda.

Alvaro Meirelles
Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental
www.grupomeirelles.com

sábado, 26 de abril de 2008

Ecoturismo: desenvolvimento econômico e conservação ambiental

Turma de Abril - 2008 - Aula Teórica (05.04.2008)Aula Prática (06.04.2008)
Chegamos à Reserva da Sapiranga, logo pela manhã. Era um dia nublado, mas bastante agradável. (Jessica S. da Silva, 2008)Assim que chegamos, fomos ao Centro de Visitantes, onde observamos exemplares de animais que ocorrem na região e recebemos as primeiras informações sobre os mesmos. Já nesse momento, fiquei admirada como os guardas ou guias da Reserva, como Cícero, têm conhecimento sobre uma série de aspectos da biologia desses animais e como passam a informação de forma clara e segura, enriquecendo os visitantes. (Jessica S. da Silva, 2008) Achei muito legal, também quando ele citou os trabalhos de diversos pesquisadores expostos, mostrando que eles valorizam esse tipo de trabalho e sabem da sua importância, até porque, acredito que eles devam ajudar na realização desses trabalhos. (Jessica S. da Silva, 2008)
Ainda no Centro de Visitantes, Cícero nos mostrou uma imagem aérea da região, apontando nossa localização e contando o histórico da reserva, que no período colonial era uma propriedade agrícola e pecuária, que foi comprada e hoje é uma unidade de conservação do tipo APA. Também achei muito válida essa abordagem histórica do local visitado, para que o visitante, de certo modo, comece a vivenciar o lugar. (Jessica S. da Silva, 2008)

A partir de então seguimos pela trilha, depois, é claro, do resgate da aranha-caranguejeira, experiência muito legal. Nessa hora, eu percebi que apesar do medo de algumas das nossas colegas, as pessoas estão dispostas a vivenciar este tipo momento, o medo acaba passando, e a vontade de chegar mais perto vai aumentando, começaram a achar a aranha até bonitinha. Realmente, foi um momento à parte. (Jessica S. da Silva, 2008)
Durante todo percurso, fomos apresentados às plantas, às nascentes, aos rios, às sementes etc., ou seja, à natureza em si, aliada a toda informação sobre os mitos, crenças, costumes e cultura da população local, a exemplo da história do cipó, do cajueiro bravo, da água do rio Sapiranga, entre outras. Ao fim da vivência na Reserva da Sapiranga, pude observar o quão diferente é a experiência que o Ecoturismo proporciona ao turista. Já fui para Chapada algumas vezes, um lugar tão bonito quanto a Sapiranga (em minha opinião até mais em termos de belezas naturais), mas sempre curti, apenas, o prazer de seguir pela trilha, observando a paisagem, procurando lagartos (minha tara quando vou à Mucugê), tirando foto a torto e a direito, pra no fim aliviar o calor tomando um banho de rio. De todas as vezes que fui à Chapada, sequer ouvi falar sobre alguma crença ou costume da população, qual a relação da população com aquele lugar, nada. Aliás, quase não dá pra ver as pessoas lá, em Mucugê, por exemplo, já me perguntei se aquelas casinhas eram cenográficas... Mas, isso é outra história. (Jessica S. da Silva, 2008)

Uma coisa que sempre me incomodou de certo modo na Praia do Forte, e em outros lugares também, é a quase ausência de pessoas locais. Ali, onde parei, especialmente, não se vêem nativos passando. Confesso que isso fez com que eu não gostasse muito de ir à Praia do Forte e, conseqüentemente, acho que vou citar mais impactos negativos que positivos. O município me passava uma sensação de artificialidade total. A vivência do curso me fez enxergar coisas positivas na região. (Jessica S. da Silva, 2008)Confraternização após Aula Teórica (12.04.2008)

Alvaro Meirelles
alvaromeirelles@hotmail.com (apenas para MSN)
Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental