Mostrando postagens com marcador desenvolvimento sustentável. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desenvolvimento sustentável. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de maio de 2010

Irlanda inaugura estádio sustentável com capacidade para 50 mil expectadores

Em 1872 era inaugurado na cidade de Dublin, na Irlanda, o estádio Lansdowne Road. Casa das Seleções Irlandesas de rúgbi e futebol, o local foi fechado em 2006 e demolido no ano seguinte para dar lugar a um novo empreendimento – o estádio Aviva.

Inaugurado na última sexta-feira, 14 de maio, pela Populous em parceria com a Scott Tallon Walker Architects, o estádio receberá o primeiro jogo de rúgbi no dia 31 de julho e manterá um calendário com eventos esportivos e culturais.

Mas o que realmente chamará a atenção do público são as ações sustentáveis que norteiam o novo estádio. A começar pela estrutura transparente, que não apenas aumenta a imponência da construção como também permite a entrada de luz natural nas arquibancadas e salas internas.

Essa mesma telha coleta a água da chuva e a encaminha para um sistema onde é armazenada e reutilizada para irrigar o campo. Para reduzir seus impactos ambientais, os construtores reaproveitaram materiais da antiga contrução, como os vergalhões de aço.

O uso de concreto de baixa emissão de CO2, de escadas rolantes que funcionam apenas quando uma pessoa pisa sobre elas e a instalação de ninhos artificiais para pássaros e outros animais silvestres no rio ao lado do estádio também foram aplicadas pelo projeto.

Já a água utilizada nos banheiros e na cozinha é aquecida com o calor produzido pela refrigeração dos geradores do estádio. Urinóis mais eficientes geram uma economia de até 20 mil litros de água em um único evento e painéis acústicos espalhados pelo local garantem que o som do estádio não ultrapasse 53 decibéis a um metro de distância da fachada (o que equivale ao ruído emitido por uma impressora a laser de escritório).

O incentivo ao uso de transportes públicos, as estratégias de redução e gerenciamento de resíduos, o uso e a venda de alimentos locais e o investimento anual de €100 mil na promoção de atividades em prol da comunidade local tornam o Aviva ainda mais sustentável.

"Nós nos esforçamos para criar um estádio digno das ocasiões desportivas que terão lugar dentro dele, bem como criar um edifício que trabalha em harmonia com a comunidade local e com o meio ambiente", afirmou o diretor da Populous, Ben Vickery.

Fonte: Portal EcoD, Última atualização: 18/5/2010 17:50


Alvaro Meirelles
Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental
55 71 99564487
alvaromeirelles@yahoo.com.br
alvaromeirelles@hotmail.com (apenas msn)
www.GrupoMeirelles.com
http://twitter.com/alvaromeirelles
http://grupomeirelles.blogspot.com
www.flickr.com/photos/alvaromeirelles

sábado, 27 de março de 2010

Curso - Ecoturismo: Desenvolvimento Econômico e Conservação Ambiental


CURSO:
ECOTURISMO : Desenvolvimento Econômico e Conservação Ambiental.Ecoturismo é o segmento da atividade turística que permite o desenvolvimento econômico através da conservação ambiental e respeito ao patrimônio cultural.

PROFESSOR ALVARO MEIRELLES
Biólogo (CRBio 59.479/05D) e Gestor Ambiental

PÚBLICO ALVO
Estudantes e Profissionais das áreas de Meio Ambiente, Turismo, Pedagogia, Administração e Ed. Física, além de Consultores e Assessores ligados a essa temática e demais áreas afins.

AULA PRÁTICA Praia do Forte (Reserva da Sapiranga e Vila dos Pescadores)
PLANO DO CURSO: - CLIQUE AQUI
TURMA DE MAIO
22, 23 e 29 de maio de 2010 Matrículas até 15 de maio

INVESTIMENTO
Até o dia 25 de abril - R$ 222,00 à vista ou 6 x R$ 37,00
Após o dia 25 de abril - R$ 244,00 à vista ou 4 x R$ 61,00
(Inclui apostila, coffee-break, transporte para aula prática e certificado)
OBS: Agora com a opção de pagamento com o VISANET. http://loja.grupomeirelles.com/
FICHA DE MATRÍCULA:
MAIORES INFORMAÇÕES
71-3276-1333 / 71-9984-1825

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Feira do Empreendedor terá práticas de Gestão Ambiental

Buscar o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais são algumas estratégias da Feira do Empreendedor 2009, que acontece de 15 a 18 de outubro, em Salvador. O Sebrae, o Instituto Federal da Bahia – IFBA, através do Grupo de Pesquisa em Biotecnologia e Meio Ambiente, e a Cooperativa Amigos do Planeta vão desenvolver ações no evento que terão como base o sistema de tecnologias limpas, enfocando os aspectos de sensibilização ambiental, Gestão de Resíduos (resíduos sólidos, efluentes líquidos, emissões aéreas), Arquitetura e Paisagismo, Água, Energia, Recolhimento e Reciclagem do lixo produzido no evento.

Outra ação ecologicamente correta da Feira é que todo o material gráfico e a maior parte dos painéis utilizados na montagem dos estandes serão produzidos com material reciclável. A coordenadora da Feira, Adriana Moura, falou que a equipe organizadora teve uma preocupação com o meio ambiente tanto no planejamento, como no desenvolvimento das atividades e na realização do evento. “A parceria com o IFBA e a cooperativa Amigos do Planeta vai possibilitar ações importantes na verificação e na diminuição de prejuízos que o evento pode causar ao meio ambiente, além de orientar e sensibilizar os visitantes de como desenvolver atitudes responsáveis em beneficio da natureza”, finalizou.

Acessem os links do site e blog da Feira do Empreendedor SEBRAE, 2009

http://feiradoempreendedorsebraeba2009.blogspot.com/

http://www.feiradoempreendedor.ba.sebrae.com.br/

Até lá!

Alvaro Meirelles
Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental
http://www.grupomeirelles.com/

quarta-feira, 27 de maio de 2009

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A Caminho da Praia Sustentável


(publicado na revista FOCUS a 10 de Agosto de 2005 na secção “Convidado Especial”)


Embora a Sustentabilidade esteja ‘na ordem do dia’, continua a ser pouco claro para o cidadão comum como é que o seu bem estar físico e económico pode ser garantido com um conceito vago. Há que trazer o desenvolvimento sustentável para onde os cidadãos o vejam, sintam e experienciem. Todo o esforço e empenho dedicado à melhoria das condições de
saúde pública e protecção ambiental têm que se tornar óbvios e indispensáveis aos olhos de todos nós.


É facilmente compreensível a ligação entre saúde pública e qualidade ambiental. Não é mais aceitável que qualquer indivíduo venha a ser submetido a pressões e ameaças à sua saúde ou ao meio envolvente que não possam ser devidamente controladas e minimizadas. Deste modo, que tipo de consequências deverão ser esperadas por qualquer entidade pública ou privada que não defenda estes princípios básicos de protecção dos cidadãos e ambiente? Aqui reside a força das nossas escolhas e opiniões.


No que respeita ao litoral, Luísa Schmidt afirmava em 2004 que “Um país mais líquido do que sólido deveria dedicar mais atenção ao oceano, não como um tema mas como obra”. Vivemos num país com 92 mil Km2 de superfície, em que 93% da população vive a menos de 100Km da linha de costa, sendo que o maior peso regista-se entre Viana de Castelo e Setúbal e no Litoral Algarvio. Numa escala ainda mais fina, 75% da população reside na
faixa de 500m de largura de litoral, onde 85% do PIB é gerado (INE, 2004). Esta é uma das cartas mais fortes que temos para ‘jogar’ numa União Europeia, agora (ainda) a 25, cada vez mais continental, onde o nosso país se vai tornando mais e mais periférico. Será no litoral que Portugal irá (re)encontrar as mais-valias que marcam a diferença em relação aos restantes 24 estados-membros?


No que se refere ao litoral, o 6º Programa Comunitário de Acção em matéria de Ambiente (2002) estabelece objectivos e domínios prioritários de acção que reflectem o actual estado europeu protecção da orla marítima. A gestão integrada, promoção e utilização sustentável dos ecossistemas marinhos e costeiros representam critérios importantes de desenvolvimento dentro da UE. Em Junho de 2005, o Governo Português assegurou a
transposição da Directiva Quadro da Água. Nascia assim a ‘Lei da Água’, que vem estabelecer as bases para a gestão sustentável dos recursos hídricos e define o novo quadro institucional para o sector. A ‘Lei da Água’ torna-se um instrumento fundamental dos Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC’s). Também aqui, iremos encontrar uma série de objectivos e definições que proporcionam às entidades gestoras a elaboração de metodologias para combater as principais fontes de poluição do litoral.


Aqui entra o galardão “Bandeira Azul”. Este nasceu da Agenda 21 (Eco’92, no Rio de Janeiro) e da Directiva 79/106/CEE sobre a Qualidade das Águas Balneares. Este galardão, através da análise e monitorização de 26 critérios distribuídos por 3 vectores de acção (qualidade da água, educação ambiental e gestão ambiental e de equipamentos), veio proporcionar às entidades gestoras das praias um valioso instrumento de trabalho. A Associação Bandeira Azul (ABAE) em parceria com o Instituto da Água (INAG) e o Instituto do Ambiente (IA) contemplam vários aspectos referentes à qualidade da água das praias, ao sistema de tratamento de resíduos e da afluência (por vezes maciça) dos visitantes. Em 2001 a ABAE decidiu avançar num projecto intitulado “Qualidade Microbiológica das Areias
de Praias Litorais”. Os parceiros deste projecto foram o INAG, o IA, o INSA Ricardo Jorge e as Câmaras Municipais de Viana do Castelo e de Cascais. Finalizado em Julho de 2002, tratou-se de uma iniciativa inovadora e pioneira para criar um protocolo imediato de avaliação do estado de saúde microbiológico das areias das praias, pois esta era (ainda é) uma lacuna considerada “de resolução urgente”. Com base neste estudo, foi determinado
que seria importante efectuar a avaliação e controlo da qualidade microbiológica (bacteriológica e micológica) das praias utilizadas para recreação balnear, de modo a garantir as condições essenciais de salubridade e higiene.


De modo a entrarem na ‘corrida’ à bandeira azul, tudo indica que a partir de 2006, os concessionários terão que incluir a monitorização da saúde microbiológica dos areais, afirmando a lógica da gestão ambiental responsável. É apenas mais uma etapa no caminho para reproduzir os exemplos de excelência ambiental como a praia da Aberta Nova (Grândola), e para entrarmos na nova era de gestão sustentável dos recursos balneares
através de sistemas de certificação ambiental como o ISO 14001 (casos das praias da Rochinha em Vilamoura e Comporta em Grândola). É imprescindível que exista a disponibilidade para proporcionar a quem visita ou depende das praias as melhores condições de saúde pública e protecção ambiental, tornando simples o triângulo Economia-
Sociedade-Ambiente e demonstrar como é viver num clima de desenvolvimento sustentável.

Nuno Gaspar de Oliveira.

(ngoliveira@ambiodiv.com)

Biólogo. Fundador da AmBioDiv ~ Valor Natural, Consultadoria Ambiental
(www.ambiodiv.com). A realizar o doutoramento em avaliação e monitorização de
Biodiversidade (FCUL). Cooperou no desenvolvimento de projectos nas áreas da
conservação da natureza, agroecologia e protocolos de monitorização de biodiversidade.

(Texto disponível em: http://www.ambiodiv.com/pt/Portals/0/Documentos/FOCUS-ACaminhoPraiaSustentável-2005.pdf)

(Re) Veja também uma de nossas antigas postagens! http://grupomeirelles.blogspot.com/2008/02/nossas-praias-e-o-programa-blue-flag.html


Alvaro Meirelles
Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental
http://www.grupomeirelles.com/

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Pacote para estimular ecoturismo no País

Minc anuncia pacote para estimular ecoturismo no País
Agencia Estado - 31/07/2008 (13:46)

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse hoje que entre o fim de agosto e início de setembro o governo federal lançará um pacote de R$ 50 milhões para estimular o ecoturismo em pelo menos seis parques nacionais de conservação ambiental. Segundo o ministro, esses recursos serão empregados na melhoria da infra-estrutura de apoio ao turista, como por exemplo na construção de centros de visitantes, melhoria do acesso e contratação de guias bilíngües. Outra novidade, disse Minc, será a construção de estradas turísticas que poderão cruzar os parques. "Essas estradas terão de cumprir algumas exigências. Por exemplo, serão de baixa velocidade, usarão materiais não poluentes e trarão placas com listas de pássaros e animais que vivem na região", afirmou. Segundo o ministro, esse pacote de estímulo ao turismo ecológico também incluirá uma política de concessão de serviços, dentro das unidades de conservação. A idéia, segundo ele, é dar às empresas privadas concessões de restaurantes, hospedagem e serviços para práticas de esportes radicais dentro dos parques.

(Fonte: http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=925360)

Alvaro Meirelles
Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental
www.grupomeirelles.com

quarta-feira, 5 de março de 2008

Mercado da Sociobiodiversidade - Caatinga

Comunidades da caatinga discutem mercado da sociobiodiversidade

Cerca de 150 propostas entre conceitos, produção, beneficiamento e comercialização, valor agregado e estratégias de mercado, sobre produtos extraídos de forma sustentável do bioma caatinga, foram elaboradas por representantes de comunidades tradicionais, organizações não-governamentais, universidades e poder público durante o Seminário Regional Nordeste: Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade.

O evento promovido pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA), do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social (MDS), em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado (Semarh), aconteceu no município de Juazeiro, norte da Bahia, reunindo representantes de todos os estados do Nordeste brasileiro.

Durante três dias, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer a realidade das comunidades caatingueiras e promover políticas de conservação e uso sustentável dos recursos florestais do bioma, garantindo práticas eficientes na produção. Cajuí, faveleira, babaçu, carnaúba, maracujá do mato, catolé e pequi são algumas das espécies encontradas no sertão brasileiro e transformadas em matéria-prima por comunidades que sobrevivem da exploração sustentável de plantas e flores, contribuindo para a preservação da caatinga. Frutos, castanhas, sementes, plantas e óleos são transformados em doces, óleos comestíveis, produtos fitocosméticos e artesanato, gerando emprego e renda para a comunidade ‘caatingueira’.

Segundo o coordenador técnico do evento e representante do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Bruno Filizona, as decisões serão consolidadas em Brasília, durante o seminário nacional, previsto para acontecer em maio. “Todas as propostas serão encaminhas ao governo federal, para a formulação de políticas que garantam a sustentabilidade dos biomas brasileiros e a geração de emprego e renda para as comunidades da região”, garantiu Filizona.

De acordo com o coordenador de Diversificação Econômica do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), José Adelmar Batista, as políticas públicas possibilitam atender as necessidades básicas do país, gerando crescimento econômico e estimulando a conservação dos recursos naturais. “A idéia de uma política especifica para os produtos da sociobiodiversidade é justificável porque temos a maior riqueza de espécies do mundo e a metade do nosso território é coberto por vegetação nativa”, explicou Batista.

Para a coordenadora de Biodiversidade da Semarh, Marianna Pinho, o seminário contribuiu para a troca de experiências de comunidades locais e o aprendizado sobre o conhecimento tradicional da biodiversidade da caatinga. “Esperamos que as propostas apresentadas em Juazeiro sejam consideradas em Brasília e que contribuam para uma estratégia nacional de conservação dos biomas brasileiros, respeitando as peculiaridades e a cultura local de cada região”, espera Pinho.

Ascom/Semarh (71)3115.6289/3836


(http://www.semarh.ba.gov.br/noticia.aspx?s=NEWS_GER&id=1288)


Precisamos aplicar os pilares da Sustentabilidade mais vezes. A idéia de salvaguardar a cultura local através da geração de renda é um destes pilares, pois assim o nativo valoriza a cultura local e entende a íntima relação que mantém com os recursos ambientais.

Alvaro Meirelles
Biólogo e Gestor Ambiental
www.grupomeirelles.com