Mostrando postagens com marcador reflorestamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reflorestamento. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de maio de 2011

Projeto Floresta Sustentável no Jornal Bahia Norte

Vida longa ao rio pojuca

Projeto sustentável pretende revitalizar corredor ecológico na reserva de Sapiranga e preservar o rio Pojuca


Falta pouco para o rio Pojuca refletir uma outra imagem em seus espelhos d’água. Diante do estado de exploração e degradação em que se encontram muitas das áreas verdes e de proteção ambiental ao longo do Litoral Norte baiano, por consequência do fenômeno turístico, organizações sócio-ambientais conseguiram apoio financeiro através do Programa Petrobras Ambiental 2010, que é lançado a cada dois anos.

Aproximadamente noventa hectares de área degradada separam a Reserva de Sapiranga (com 442.8 hm²) de outro fragmento florestal conhecido como Camurugipe (com cerca de 100 hm²). O Projeto Floresta Sustentável, um dos vencedores do Programa, executado pela Fundação Garcia D’Ávila e apoiado por outras 14 instituições, pretende unir os dois fragmentos em uma só corredor ecológico. Dez hectares distribuídos em vinte propriedades de agricultores familiares também serão reflorestados como parte do plano. Um total de 642.8 hm² de área será recuperada em 24 meses. O custo integral do projeto é de mais de dois milhões (R$ 2.797.759,90).

Segundo os pesquisadores, as principais ações de degradação do meio ambiente na região são a ocupação desordenada do solo, falta de saneamento básico, impactos ambientais causados por áreas de plantação de pinus e eucalipto, intensificação indiscriminada da pecuária, pesca predatória, degradação dos manguezais e o turismo irresponsável nos distritos litorâneos.

Os noventa hectares de Mata Atlântica degradados, se encontram ás margens do rio Pojuca, contudo, “ainda não se pode falar de assoreamento, por causa da boa a vazão de água do rio, mas se pode verificar uma erosão constante; tendo em vista os rumos do desenvolvimento nessa região, isso já é motivo de preocupação”, observa Álvaro Meireles, coordenador técnico do projeto. Cerca de 700 pessoas estarão envolvidas e serão beneficiadas pelas ações de conservação ambiental.

De acordo com o coordenador, a medida que o turismo agrega valor à região e impulsiona o desenvolvimento, ao mesmo passo que a preocupação com a sustentabilidade norteia esse progresso, as comunidades sentem a necessidade de atividades de geração de renda compatíveis com práticas sustentáveis para serem incorporados sem impactos nesse crescimento.

“Mata de São João está entre os 65 municípios indutores do turismo no Brasil. Num momento onde o turismo ecológico é crescente, os meninos de hoje precisam ser educados e preparados para este contexto. Já estamos em plena atividade e pessoas que nunca tinham tirado a carteira de trabalho ou procurando o primeiro emprego, agora estão integradas em nossas ações.”, ressalta Álvaro.

Em abril foi concluída a instalação de um viveiro de 600m², “para a região, vamos produzir 40 mil mudas a cada três meses, mas com a capacidade do viveiro, podemos produzir mudas para outras regiões da Bahia e até para outros estados do Brasil”, adiantou o coordenador de produção, Biase Seabra.

Um novo centro de visitantes também está sendo preparado para ser utilizado tanto pelo turista, quanto como suporte de educação ambiental para a comunidade, com previsão de funcionamento para o início de julho. O programa será executado durante dois anos e beneficiará as comunidades de Sapiranga/Tapera, Barreiro e Pau Grande.

Os envolvidos no o projeto vão receber cursos de aproveitamento dos recursos naturais para atividades artesanais, de produção de mudas de vegetais nativos, formação de sistemas agroflorestais e de ecoturismo.

O rio Pojuca nasce em Catu e se estende por 60 km, cortando a Reserva de Sapiranga, até sua foz em Itacimirim. Suas caudalosas águas e a natureza exuberante que o circunda, são atrações turísticas e palco para a prática de esportes terrestres e aquáticos

Fonte: http://www.jornalbahianorte.com.br/c.php?id=693&d=&cat=Materias

Alvaro Meirelles

Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental

Projeto Floresta Sustentável - Coordenador

Fundação Garcia D’Ávila

55 71 99564487

alvaromeirelles@yahoo.com.br (e-mail e msn)

http://twitter.com/alvaromeirelles

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Apresentação do Projeto Floresta Sustentável na UFBA

Apresentação, HOJE, na UFBA - Projeto Floresta Sustentável

A Fundação Garcia D´Ávila participou da Seleção Pública 2010 do Programa Petrobras Ambiental (PPA). Foram inscritos 928 projetos e selecionados 44, apenas 02 contemplados na Bahia, entre estes o Projeto Floresta Sustentável, que terá o prazer de particiar do grupo de estudos composto por docentes e discentes da UFBA/LAVIET.

O projeto tem como objetivo reflorestar e recuperar áreas degradadas de mata atlântica em trecho de APP do Rio Pojuca, visando à formação de corredor ecológico para conectar os fragmentos de Sapiranga e Camurujipe (Mata de São João), com envolvimento da comunidade.

http://www.petrobras.com.br/ppa2010/resultado/



Espero que gostem das apresentações,

Alvaro Meirelles
Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental
Projeto Floresta Sustentável - Coordenador
Fundação Garcia D’Ávila
55 71 99564487
alvaromeirelles@yahoo.com.br (e-mail e msn)
http://twitter.com/alvaromeirelles

domingo, 3 de abril de 2011

Lançamento do Projeto Floresta Sustentável

A Fundação Garcia D´Ávila participou da Seleção Pública 2010 do Programa Petrobras Ambiental (PPA). Nesta edição a Petrobras disponibiliza R$ 78,2 milhões a iniciativas em todo o país.

Foram inscritos 928 projetos e selecionados 44, apenas 02 contemplados na Bahia, entre estes o Projeto Floresta Sustentável, que tem como objetivo reflorestar e recuperar áreas degradadas de mata atlântica em trecho de APP do Rio Pojuca, visando à formação de corredor ecológico para conectar os fragmentos de Sapiranga e Camurujipe (Mata de São João), com envolvimento da comunidade.

http://www.petrobras.com.br/ppa2010/resultado/



Espero que gostem das apresentações e do cocktail,

Alvaro Meirelles
Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental
Projeto Floresta Sustentável - Coordenador
Fundação Garcia D’Ávila
55 71 99564487
alvaromeirelles@yahoo.com.br (e-mail e msn)
http://twitter.com/alvaromeirelles

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Limites tecnológicos

É só uma questão de superar os limites tecnológicos...




Alvaro Meirelles
Analista Ambiental - IMA/DIREF
Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental
55 71 99564487
www.GrupoMeirelles.com
http://twitter.com/alvaromeirelles
http://grupomeirelles.blogspot.com
alvaromeirelles@yahoo.com.br (e-mail e msn)

sábado, 9 de maio de 2009

Seed Bomb, Uma Bomba Ecológica

A Seed Bomb é um conceito para uma “bomba” feita em plástico biodegradável que ao ser lançada solta sementes para reflorestar áreas devastadas.
Segundo os designers Hwang Jin wook, Jeon You ho, Han Kuk il e Kim Ji myung, as bombas seriam lançadas por um bombardeiro, e trariam várias cápsulas em seu interior.
Cada cápsula teria um solo artificial com as sementes que seriam plantadas no local da queda.
O solo artificial seria suficiente para a planta se manter sozinha, enquanto a própria umidade da planta não derrete o plástico.
Via Yanko Design.

(Fonte: http://digitaldrops.com.br/drops/2009/05/seed-bomb-uma-bomba-ecologica.html)
Bem pessoal, a ideia não é tão nova assim, mas agora aparece com outra roupagem. Já tem um bom tempo que falamos de chuva de sementes, consórcio de sementes associadas a porções de substâncias com certa adesividade como a argila... e a finalidade era a mesma... a recuperação de áreas degradadas (RAD) por meio de reflorestamento. O resultado da nova técnica é que aponta num sentido diferente e parece que assim o resultado será mais eficaz. Enquanto isso aguardemos novidades. Ainda assim recomenda-se um bom estudo da série histórica da área degradada e do seu entorno, por meio de um inventário de flora (identificação das várias espécies que já existem/existiram no local) para evitar a introdução de novas espécies e, consequentemente, causar um impacto ambiental negativo ainda maior.

Alvaro Meirelles
Biólogo (CRBio 59.479/05-D) e Gestor Ambiental
http://www.grupomeirelles.com/